A experiência literária – uma viagem sem volta



"AQUELES QUE UM DIA foram capturados pelos livros sabem bem que essa é uma experiência única e sem retrocesso. Uma vez imersos nesse mundo, é impossível dele sair intato. Assim, a literatura tem um poder arrebatador e ao mesmo tempo libertador, descortinando aos poucos e de forma interminável um horizonte que existe muito além da nossa ínfima percepção.
No final dos anos 70, durante a Revolução Cultural na China, liderada por Mao Tse Tung, as universidades foram fechadas, e a maioria dos livros banidos. Os jovens vistos como intelectuais burgueses eram enviados para um campo de “reeducação”, onde iriam seguir os ensinamentos dos camponeses, considerados verdadeiros revolucionários. É nesse contexto que se passa o filme “Balzac e a costureirinha chinesa”, no qual Luo e seu amigo Ma são enviados para uma montanha maoísta no Tibet e submetidos a trabalhos pesados e em péssimas condições."


Escrito por Júlia Vasconcelos. Clique aqui para ler o artigo completo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O recado de Senna - Carlos Alberto di Franco

LYA LUFT: Medo e preconceito

Sobre eucaliptos e jequitibás - Rubem Alves